quinta-feira, 2 de junho de 2016

A queda de Temer não pode esperar

O governo interino do usurpador, vampiro, abutre, conspirador, traidor, entreguista, machista, fascista Michel Temer está sacrificando programas sociais para garantir a transferência de recursos públicos a magistrados, procuradores, congressistas e funcionários públicos do alto escalão, além de direcionar sua política (des)econômica para beneficiar o capital financeiro e as grandes corporações, sobretudo os conglomerados estrangeiros. É uma transferência invertida de renda, em que recursos públicos, antes voltados para a população de baixa renda, fluem para garantir a lucratividade de negócios privados e a alta remuneração da burocracia tecnocrática do país, sem nenhuma contrapartida para o restante da sociedade. A ponte para o futuro está levando o Brasil diretamente para os anos 1980/1990, quando o dogma neoliberal fazia estrago mundo afora, disfarçado de ciência econômica. Um retrocesso inadmissível. É preciso interromper essa interrupção arbitrária, ocorrida sem nenhum respaldo democrático. Interrupção de um país cuja construção é sempre interrompida. O Brasil já sofreu o bastante ao longo de sua história. E o bastante já basta. Basta de retrocesso. Não há mais tempo a perder. As mobilizações não podem parar. Só as ruas serão capazes de derrubar esses homens que ocuparam brutalmente o país, sem nenhuma legitimidade, apenas para atender a seus interesses mais mesquinhos. Para que o Brasil siga em pé, Temer há de cair.