quinta-feira, 14 de abril de 2016

A tropa de choque da elite do golpe

Tropa de Choque de São Paulo
"Já somos da base de Temer", afirma Roberto Jefferson. Alexandre Frota e Bolsonaro formam a dupla dinâmica. Cunha é o anjo caído. Lobão e Roger, as vozes musicais. Jabor, o cronista. Janaína, a musa. Botelho, o artista. Aécio, o estrategista. Reale Jr., o parecerista. Gilmar, o jurista. Marina, a ambientalista. Gabeira, o guerrilheiro. Richa, o açougueiro. Maluf, o probo. Gentili, o bobo. Merval e Leitão, os editorialistas. Bicudo, o humanista. FHC, o modelo moral. Alckmin, o exemplo de gestão. Serra, a vertente econômica. O núcleo duro da entrega do pré-sal. Constantino, o polemista. Tiririca, o palhaço. Romário, o oportunista. Denis Rosenfield, o filósofo. Elio Gaspari, o historialista. Marco Antonio Villa, o historiador. Olavo de Carvalho, o terror. Aloysio Nunes, o horror. Skaf, o capital. Paulinho, o trabalho. Armínio Fraga, o arquiteto financeiro. Moreira Franco, o engenheiro social. "Uma ponte para o futuro", a dramaturgia. O gênero, farsesco. O alvo, a democracia. A lista é meramente exemplificativa. Uma pequena amostragem, mas que já nos permite a seguinte conclusão: o grupo do impeachment vai ficando cada vez mais autorrefutável.