domingo, 6 de dezembro de 2015

As lições nada lúdicas da Primavera Paulista

Estudiantes - Eneko
Quando um representante da grande mídia corporativa afirma que os estudantes de São Paulo estavam brincando de Primavera Árabe, fica clara a prepotência e a arrogância de uma classe que, do alto de suas salas refrigeradas e assépticas, só trabalha em prol de seus interesses políticos e econômicos, e ainda se julga no poder de sentenciar o que seria um movimento popular relevante, sem jamais haver tido contato com os problemas reais de uma imensa parcela da população, jogada na mais absoluta indiferença, por ser considerada irrelevante por seus controladores, por seu público-alvo consumidor, seus patrocinadores e anunciantes.